Quarteira Ecolab garante financiamento

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Câmara de Loulé, entidade que apresentou a candidatura, está entre as dez de todo o país que passaram à segunda fase do programa do Fundo Ambiental

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O presidente da Câmara de Loulé, Vítor Aleixo, assinou, no Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada, o contrato de financiamento para a instalação e execução do Laboratório Vivo para a Descarbonização (LVpD) – Quarteira EcoLab.

Loulé está, assim, entre os municípios que passaram à segunda fase do programa do Fundo Ambiental, com uma verba associada de 409.093 euros (taxa de cofinanciamento de 49,4%) ficando o remanescente, de 50,6%, a cargo da autarquia louletana.

A cerimónia contou com a presença do ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, e, além de Vítor Aleixo, representaram Loulé o presidente da Junta de Freguesia de Quarteira, Telmo Pinto, e a chefe da Unidade Operacional de Adaptação às Alterações Climáticas, Lídia Terra.

No âmbito do Fundo Ambiental, em concreto na “1.ª Fase – Concurso de Ideias”, o Município de Loulé apresentou os principais eixos e objetivos da intervenção proposta para o seu Laboratório Vivo para a Descarbonização (LVpD), um território delimitado na zona central de Quarteira (entre a “Rotunda do Polvo” e a “Rotunda do Terminal Rodoviário”), onde serão testadas soluções inovadoras com vista à melhoria do desempenho ambiental e da sustentabilidade, assente em domínios prioritários: energia, mobilidade, edifícios, economia circular e ambiente.

Seguiu-se a candidatura à fase de financiamento para a implementação do “laboratório”, uma vez aprovado o Plano de Implementação pelo Fundo Ambiental. A candidatura apresentada em dezembro de 2017 foi avaliada positivamente, tendo o Município de Loulé obtido uma pontuação positiva, entre 12 cidades, acabando por ser selecionadas apenas dez (Loulé, Águeda, Alenquer, Almada, Braga, Évora, Loulé, Mafra, Maia, Matosinhos e Seixal).

Loulé tem sido um dos municípios portugueses que mais tem apostado na promoção da sustentabilidade ambiental. É ainda detentor de uma Estratégia Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas (EMAAC), pelo que tem demonstrado, de forma recorrente e através de opções concretas, estar na linha da frente do que são as preocupações com o futuro.

O Quarteira EcoLab, enquanto laboratório e ambiente de inovação aberta, precisa de todos o que o utilizam. “O contributo dos residentes, trabalhadores ou visitantes deste espaço, é fundamental em todo o processo de implementação das medidas propostas num horizonte temporal de 10 meses. A autarquia conta com todos para tornar este espaço mais atrativo para peões, gerir recursos de forma inteligente e melhorar a qualidade do ambiente urbano”, explica a edilidade.

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