Olhão vai investir 3 milhões de euros em habitação social

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Além dos trabalhos que já estão concluídos na sede do concelho, em Moncarapacho, Pechão e Fuzeta, está previsto um investimento de 900 mil euros no Bairro Pádua e de mais 700 mil euros no Bairro Fundo de Fumento da Habitação

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A Câmara Municipal de Olhão prevê investir cerca de 3 milhões de euros na reabilitação de habitação social, até ao final do atual mandato, revelou o presidente da autarquia, António Miguel Pina, durante a cerimónia de entrega de 23 chaves aos novos inquilinos de casas que foram recentemente requalificadas.

De acordo com o presidente da edilidade, nos próximos meses arranca a primeira fase das obras no Bairro de Fundo de Fomento da Habitação, num investimento de 700 mil euros, e a segunda fase “será lançada brevemente a concurso público”. Por seu turno, a requalificação do Bairro da Pádua custará 900 mil euros e “será posta a concurso logo de seguida”, garantiu António Miguel Pina.

As chaves entregues na última semana correspondem a obras de requalificação realizadas em 23 casas, com tipologias entre T1 e T4, e que custaram, cada uma das obras, entre 15 e 20 mil euros. Tratou-se do culminar de um processo que “decorreu com a máxima transparência”, frisou António Miguel Pina, recordando que a atribuição das casas foi feita através de um sorteio público, realizado em março, entre os munícipes que se candidataram.

Estes apartamentos situam-se no Bairro Fundo de Fomento de Habitação, Rua da Armona, Rua Manuel Oliveira, Largo da Feira, Bairro Horta do Pádua e Bairro Horta da Cavalinha, em Olhão, bem como na Rua das Olarias, em Moncarapacho, na Rua da Cruz Vermelha, em Pechão, e na Rua Nossa Senhora do Carmo, na Fuzeta.

Durante a cerimónia, António Miguel Pina aproveitou para dar a conhecer o “processo de moralização do acesso à habitação social no concelho de Olhão”. Este “está a ser implementado, nomeadamente no que diz respeito à falta de pagamento da renda, à falta de manutenção das casas por parte dos inquilinos, ou à permanência de um número de habitantes superior àquele que a habitação comporta”.

Segundo o autarca, trata-se de “um esforço de fiscalização” por parte da autarquia e da empresa municipal Fesnima que “vai continuar, até porque, o investimento na requalificação do parque habitacional vai prosseguir”.

“É um investimento que fazemos com gosto, para que quem habita estas casas tenha as melhores condições, mas é um património público que não podemos deixar que se degrade devido a uma má utilização por parte de quem lá vive”, sublinhou António Miguel Pina.

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