São Brás de Alportel já tem equipa de sapadores florestais

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O Município de São Brás de Alportel acaba de formalizar a contratação de cinco elementos que vão integrar a nova equipa de sapadores florestais do concelho.

“Esta é uma equipa muito desejada pelos são-brasenses, com uma missão relevante que requer muito empenho. Confiamos que vão ser eficazes no seu trabalho de defesa do nosso riquíssimo património natural e humano”, observa o presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, Vítor Guerreiro.

Os cinco elementos vão trabalhar nas áreas da silvicultura preventiva, na vertente da gestão de combustível florestal com recurso a técnicas manuais, moto manuais, mecânicas ou fogo controlado, entre outras.

A manutenção e proteção de povoamentos florestais no âmbito da gestão florestal e do controlo de agentes bióticos nocivos, a silvicultura de carácter geral, a manutenção e beneficiação de infraestruturas de defesa da floresta e de apoio à gestão florestal são outros trabalhos que o grupo vai realizar.

Uma equipa que vai trabalhar também de perto com as populações ao nível da sensibilização para as normas de conduta em matéria de proteção florestal, nomeadamente no âmbito do uso de fogo, da limpeza das florestas e da fitossanidade.

A vigilância armada, primeira intervenção em incêndios florestais, apoio a operações de rescaldo e vigilância ativa pós-rescaldo, no âmbito da Proteção Civil, são igualmente funções dos sapadores florestais.

A constituição desta equipa no concelho de São Brás de Alportel surgiu após a aprovação de uma candidatura apresentada pela Câmara a um programa lançado pelo Governo português.

Em todo o país, foram aprovadas 20 de 120 candidaturas apresentadas. Cada candidatura aprovada inclui a entrega de uma viatura devidamente equipada, no valor de 40.000 euros, que o município recebeu a 3 de agosto, pelas mãos do primeiro-ministro, António Costa, numa cerimónia realizada em Oliveira do Hospital.

A par da viatura, o Governo atribuiu um apoio financeiro para fazer face, durante os primeiros cinco anos, às despesas necessárias para a constituição de uma equipa de cinco sapadores florestais municipais.

A equipa vai trabalhar durante todo o ano na gestão e defesa da floresta, desenvolvendo trabalhos de manutenção e limpeza, e também de vigilância durante o período crítico de incêndios florestais.

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