Portagens estão a “matar” o Algarve

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Caos na estrada nacional 125, mais mortes e acidentes de viação e um sistema de pagamento de portagens confuso estão a prejudicar a imagem do Algarve e a afugentar os turistas. No início de mais uma época alta – a primeira com portagens -, o turismo e os hoteleiros algarvios invocam “o interesse turístico regional e nacional” para exigirem a suspensão da cobrança na Via do Infante. Porém, o Governo mostra-se irredutível e não cede aos protestos…

(Toda a informação na próxima edição em papel do Jornal do Algarve – dia 21 de junho)

Nuno Couto/Jornal do Algarve

  • José Rico

    Se quisermos que nos considerem, não devemos desconsiderar o que não é mesurável, a fim de não fazermos figuras exageradas e tristes. Já basta o que basta com o jornalismo sensacionalista e bacoco.

    Vamos reconsiderar:
    de facto as portagens têm sido evitadas pelos residentes anuais  nos quais nos incluímos. Quem tem de fazer continuadamente o mesmo percurso todos os dias, as portagens tornaram-se em mais um imposto indirecto a fazer-se sentir e ao juntar-se aos demais impostos directos criados ultimamente.

    Afirmar que as portagens estão a matar o Algarve é reducionista, dicotómico, alarmista e tentando condicionar apenas em um objecto a multitude de causas que têm enfermado a crise com que os algarvios se debatem.

    Não é apenas as portagens!

    Existem outras questões muito mais importantes a contribuirem para a nossa desgraça.