Descoberta de petróleo pode (ou não) ser concretizada em breve

Para este ano está previsto o primeiro furo de petróleo ao largo de Aljezur, com a Galp a garantir “uma operação segura, sustentável, que não impacta as populações, nem o meio ambiente”. Enquanto a empresa aguarda as autorizações necessárias, cientistas de várias áreas lançaram uma carta aberta onde defendem a cessação dos contratos de exploração de petróleo e gás, assim como a recusa de novas licenças. “Sabemos que, com essa exploração, as populações não ganham nem trabalho, nem saúde, nem lugar para viver”, argumentam

O primeiro poço será apenas exploratório, ou seja, servirá para as petrolíferas saberem se há ou não petróleo no local

Depois de vários avanços e recuos, o primeiro furo em águas profundas na costa portuguesa pode estar para breve. Tal como admitiu o presidente executivo da Galp, Carlos Gomes da Silva, há pouco mais de dois meses, o furo a cerca de 46 quilómetros ao largo de Aljezur pode ainda ser feito este ano ou, no pior dos cenários, em 2018.

Contudo, este poço será apenas exploratório, ou seja, servirá para a empresa – que partilha o projeto com a italiana Eni – saber se há ou não petróleo no local.

Segundo apurou o JA, só se for mesmo descoberto crude suficiente para viabilizar comercialmente o projeto é que este poço passa a produtor. Mas nessa altura a empresa ainda terá de desenvolver mais poços e terá também de iniciar o processo de licenciamento ambiental e o licenciamento das operações.

Mas isto ainda são possibilidades. Para já, será mesmo feito um poço exploratório para saber se há petróleo no mar algarvio, num investimento que ascende aos 90 milhões de euros…

(NOTÍCIA COMPLETA NA ÚLTIMA EDIÇÃO DO JORNAL DO ALGARVE – NAS BANCAS A PARTIR DE 4 DE MAIO)

Nuno Couto | Jornal do Algarve

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