CRÓNICA DE FARO: A razão assiste ao povo do Montenegro

OPINIÃO | JOÃO LEAL

A Junta de Freguesia de Montenegro, freguesia do concelho de Faro, onde assentam algumas das mais importantes estruturas concelhias e regionais, casos do Aeroporto Internacional, do Pólo Central da Universidade do Algarve, da Praia, do Hospital das Gambelas e outras, com a legitimidade democrática que lhe assiste apresentou ao Governo e tem desenvolvido ações junto de outros órgãos, no sentido de ser emitida legislação própria para limitar o estacionamento de veículos que afetam a qualidade da vida dos montenegrinos e de quantos ali residem na povoação.
Estes são na sua mais relevante expressão os transfers turísticos, que se dirigem ou vão para o aeroporto, cumpridos ou aguardando os respectivos serviços, bem como outros veículos ligados ao turismo, caso dos rent-a-car ou dos próprios funcionários que exercem a sua profissão naquela “porta do Algarve aberta ao mundo”.
Da pacata e rústica povoação de então, centrada em torno do hoje denominado “Largo do Povo” veio este cosmopolita Montenegro onde estacionar é um problema, como o são os acessos às garagens, transitar pelos passeios (ocupados em parte pelos referidos veículos) e quejandos.
Todo o valoroso e executado plano de ampliação da aerogare e anexos, bem como os externos parques de estacionamentos, que veio dar uma outra e necessária capacidade de resposta ao tráfego que o aeroporto de Faro regista, criaram por conhecidas razões este “aparcamento maciço” na sede de freguesia apontada e na zona aeroportuária vizinha, sem que o problema tivesse sido analisado, estudado e resolvido com pertinentes, justas e corretas soluções, como parqueamento mais acessível face às funções a desenvolver.
Na plena representatividade do povo do Montenegro sobejas razões tem a Junta de Freguesia, liderada por Steven Piedade, para exigir as medidas convenientes que ponham cobro ou atenuem os malefícios da situação que ora se vive.

João Leal

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