Adiada análise da providência cautelar contra o petróleo

Em causa está a realização do primeiro furo ao largo de Aljezur

Continuam a decorrer nos tribunais várias providências cautelares que pretendem suspender a realização do furo ao largo da Costa Vicentina, sendo que, até agora, todas as decisões têm sido favoráveis ao consórcio ENI/Galp

A audiência de testemunhas no âmbito da providência cautelar interposta pela Plataforma Algarve Livre de Petróleo (PALP), contra as sondagens no mar em frente a Aljezur, foi adiada pelo juiz.

A audiência estava marcada para os passados dias 8 e 9 deste mês, no Tribunal Administrativo de Loulé, mas a petrolífera ENI, que integra o consórcio com a Galp, solicitou o adiamento por impossibilidade de comparência de duas das testemunhas indicadas pela empresa.

O juiz responsável por esta providência cautelar ainda não marcou uma nova data para esta audiência de testemunhas…

(NOTÍCIA COMPLETA NA ÚLTIMA EDIÇÃO DO JORNAL DO ALGARVE – NAS BANCAS A PARTIR DE 11 DE JANEIRO)

Nuno Couto|Jornal do Algarve

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